Cura da Alma – Parte 5

 A nossa alma.

Olá conectados!

Como já vimos, o homem é um ser formado por três partes: corpo, alma e espírito. Estas partes são interligadas, de tal maneira que o corpo sofre a interferência da nossa alma e do nosso espírito e aquilo que fazemos com o corpo também vai influenciar a alma e o espírito.

Porque, se viverdes segundo a carne, morrereis; mas, se pelo Espírito mortificardes as obras do corpo, vivereis (RM.8:13).

Nós já vimos que a alma se compõe de vontade, emoções e mente. Portanto, todas escolhas, todos os pensamentos, sentimentos são exercidos pela alma. É nossa alma que precisa aprender a ter domínio sobre os pensamentos e sentimentos ou emoções. A Bíblia nos ensina que nossa maturidade espiritual só é reconhecida por termos domínio próprio ou temperança.

Mas o fruto do Espírito é: amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança. (Gl.5:22)

E à ciência a temperança, e à temperança a paciência, e à paciência a piedade.(2Pe.1:6).

É fundamental que conheçamos o processo pelo qual isso se torna possível. Nossa fé é ativada pela nossa vontade e os sinais de desarmonias nos são mostrados pelo Espírito Santo afim de que tomemos a atitude correta para o nosso arrependimento, confissão e perdão das ofensas feitas e recebidas por nós.

Para sermos discípulos de Jesus é fundamental sabermos olhar para nós mesmos, conhecendo nossas vontades, nossos pensamentos e emoções, ou seja, precisamos nos conhecer. Estarmos conscientes do que é nosso e o que não é. A maior parte do que temos consciência em nós, é alma.

Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão (Mt.7:5).

Marshal Rosemberg foi um psicólogo que observou o que nos leva a nos desligar de nossa natureza compassiva e ter comportamentos violentos e de exploração de outras pessoas e o que permite que, algumas pessoas permaneçam ligadas à sua natureza compassiva mesmo nas circunstâncias mais penosas.

Enquanto estudava os fatores que afetam nossa capacidade de sermos compassivos, ele observou o valor da linguagem e do uso das palavras que possibilitam uma comunicação que nos leva a nos entregarmos de coração , ligando-nos a nós mesmos e aos outros de maneira tal que naturalmente nossa compaixão apareça e floresça. Ele denominou-a de Comunicação Não- Violenta.

No nosso próximo post vamos falar dela e associá-la ao método de comunicação usado por Jesus. Mantenha-se conectados. Até lá!

Sobre a autora

Ivany Mamede Lima

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